Numa das finais mais aguardadas que tenho memória, e aguardada apenas pelo
tempo que demorou a decisão de mandar realizar as semifinais e final para
dentro de água, Adriano foi o Imperador. Surf aborrecido para um mar aborrecido
que em nada tem a ver com as condições épicas da caixa da Margarida.
A liderança de Adriano no ranking é um golpe de teatro de conveniência extrema para a brazilian leg que segue já a seguir. Tudo coincidência, claro. Mas o que é certo é que o tour chega ao Rio de Janeiro sobre intenso olhar dos media locais e do público canarinho. A assistência este ano deve duplicar face a provas anteriores naquele país. A fórmula da «armada brasileira» foi bem promovida pela WSL e os reais vão entrar em força na conta da multinacional.
So far, so boring…siga para o Rio…

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