Não é o antigo ´ct, actual WSL, mas é o´qs do momento. Gosto de : Heitor Alves, Wigolly Dantas e mais alguns. Gosto dos portugueses - Vasquinho à Presidência! - e quero rever o Saca e mirar os outros lusos. Não gosto : ...epá...os Gudauskas. Os três, coitados. São simpáticos, surfam muito, mesmo muito, mas...não sei...há ali qualquer coisa que me cheira muito a pré-fabricado. Surfam a metro, soulless. Tudo o que o surf não devia ser. Mas sabem do ofício, lá isso sabem.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
Martinica! "stirred not shaken"!
Se o blogue é da Tourné Mundial acho justo poder dar umas linhas a quem nos próximos anos tem probabilidade de lá chegar, mas na realidade a razão deste meu post é mesmo a "pica" total em que fiquei depois de ver o dia final do Martinica Surf Pro!
Os melhores
O melhor de todos estes surfistas, no meu entender que será sempre "aquilo que é" ou seja uma opinião, o melhor de todos, dizia eu, é sem margem para comparações é o Cooper Chapman! Isto porque lá não esteve o Soley Baylei que para mim é um prodígio de estilo, elegância e criatividade!
Não! Não referi o Noa Deane de propósito!
Cooper Chapman não desapontou mas não foi forte o suficiente para o super competidor que é o Joshua Moniz, lembro-me bem do miúdo por causa de uma competição que sigo sempre, o ISA surfing Games. Foi medalha de Ouro nos juniores num ano tremendo para a equipa Havaiana e contra alguns dos melhores surfistas que apareceram nesta competição nos últimos anos!
Disputa, a sério, numa onda de QS!
A onda, uma direita, com metrinho e side shore foi a ferramenta para meias-finais super emocionantes, com troca de posição com oportunidades constantes para "virar" heats e sobretudo bom surf, manobras variadas, conjugações muito elegantes e técnicas, curiosamente, quase nenhum jogo aéreo!
Foi aqui que saltou um nome que francamente não tinha percebido ainda que estava a aparecer, Michael February, o primeiro surfista negro (penso eu) a sair da Africa do Sul com nível para se bater com os melhores do mundo! Sem duvida um nome a reter!
Já sabíamos que vinha aí uma nova leva ZAF, da qual o Dylan Lightfoot era o que eu pensava ser o melhor, no entanto o Beyrick De Vries tem dado boa conta de si e agora este "puto", verdadeiramente espantoso!
A meia final que February fez contra Miguel Tudela (escusado será falar neste super talento) foi incrível e só mesmo com muita inspiração e determinação é que um desconhecido, consegue arrancar notas para passar uma meia-final destas ao painel da ASP! ASP não, desculpem WSL!
Um verdadeiro abanão (Stirred), não uma loteria disruptiva (Shaken) por causa das condições do mar ou dos call`s do Marshall da ASP!
Na final February andou sempre atrás do prejuízo, a surfar no topo mas contra um Joshua Moniz que paulatinamente foi construindo um "scoreboard" à prova de inspirações ou surpresas, com maturidade, experiência, talento e muito mérito! Venceu numa competição enorme, daquelas que me enchem as medidas e curiosamente não foram precisas grandes ondas!
Notas finais
Apenas uma nota final, em 8 atletas nos 1/4 de Final estiveram 6 nacionalidades! Sinal dos tempos, frutos da globalização do surf, não sei! Mas que "giro como o raio", lá isso é!
Não mencionei o Noa Deane quando mencionei os meus favoritos, foi de propósito! Não mencionei nenhum Português desta geração, foi porque claramente não estão entre os melhores!
Recordo que o Vasco Ribeiro não considero desta geração, geração entre aspas no sentido que estes miúdos raramente competiram directamente com ele, eram de escalões abaixo!
Caso contrário mencionaria o Vasco, para mim o melhor do mundo da sua geração! Se é que é possível escolher algum "melhor do mundo".
Estou curioso para ver se algum destes miúdos vão conseguir entrar no TOP 50 deste ano e começar a "esfalfar" no caminho dos PRIMES, PRIMES não, desculpem QS10000!
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Não percebo! Importa-se de repetir?
Não é raro, antes pelo contrário, quando estou a ver um jogo de futebol ou um resumo de um jogo que fui ver a Alvalade pensar "...mas que diabo, estes gajos viram outro jogo ou o Sporting jogou contra adversários iguais no mesmo dia?"
Pois foi com esse sentimento que fiquei depois ver o Drug Aware Pro. Será que existiram dois campeonatos nos mesmo dias, com os mesmo atletas ou sou eu que não percebo nada de surf?!?
1 - Sobre o grande espectáculo!
Obviamente eu de Surf não percebo nada, mas que diabo toda a gente achou emocionante a prova em "The Box", um slab em que os bodyboarders fazem a cortesia à onda de dar um tubo mas na realidade esperam é voar na última secção com flip`s de todo o género. O surf foi paupérrimo, o espectáculo um tédio absoluto porque maior parte das ondas verdadeiramente boas os Surfistas não conseguem sequer dropar, os tempos de paragem nos heats foram fatais, e uma grande parte dos que ali perderam foram para casa com menos de 10 pontos!
2 - Sobre os fabulosos "call`s" da ASP, ASP não desculpem WSL!
A organização esteve péssima, iniciar o campeonato de manhã cedo em "the box" e depois mudar para o "main break" tornou o evento numa lotaria, foi impossível afinar o desempenho como os grandes surfistas costumam fazer e sobretudo para gente que como eu não percebe nada de surf foi impossível perceber quem estava a ganhar, globalmente falando!
Ora um "chapéu" de 2 segundo numa direita linda valia 8 pontos, ora um "snap" e dois "cutbacks" a prestações numas "morras" onshore valiam 9 pontos, dependendo isto apenas do seeding de prova de cada um! Péssimas decisões!
3 - Sobre o desastre dos dias do Fim!
Já no último dia, que muita gente criticou, também aqui no blogue, eu achei que sim, que aquilo é que foi surf e até vi em directo depois estar a trabalhar até tarde e por isso ainda estar com "espertina"!
Parece consensual a critica de que as "pitas" deviam ter ficado para depois e tinha-se aproveitado para fechar a prova antes.
Ora ainda há uns dias atrás lia, salvo erro na Stab ou na Inertia, um artigo excelente que falava sobre a necessidade de reinventar o tour feminino, isto porque em Bell`s fechou-se a prova masculina primeiro e no dia das finais femininas não estava ninguém na praia!
Concordo, acho que a única decisão boa deste campeonato foi essa, de terminar as miúdas primeiro dando destaque muito merecido às disputas épicas que o Tour feminino tem!
4 - Sobre a vitória do Brasileiro, parte da "grande conspiração"!
Voltando ao tema do último dia, o surf esteve muito, muito bom! Tendo em conta os indivíduos que lá chegaram. Tivéssemos um campeonato mais coerente e certamente naquelas meias finais estaria pelo um dos três melhores regulares do mundo (Slater, Parkinson e Fannig) o que mexeria ainda mais com o que se passou.
As meias foram foram excelentes, um pouco pontuadas por baixo, acho por exemplo que o surf do Nat Young merecia mais do que estiveram dispostos a dar, talvez por ainda estarem a afinar o critério. O Jonh Jonh rebentou literalmente a meia final e na final não conseguiu acertar com a última manobra mas esteve ao mais alto nível.
O "mineirinho" esteve muito, muito forte. Foi pontuado por baixo claramente e no meu entender claro está! Esteve na minha escolha no Fantasy.
Sabia-se de antemão que este evento se fosse "normal" e realizado naquela direita ia dar para ele, a onda não é comprida e assenta-lhe bem, bem melhor até que Bell`s, dois carves e uma finalização Power. Tudo o que lhe dá jeito e que faz imensamente bem!
Estive entretido até ás tantas, a ver o dia final, deliciado com a beleza do mar, a qualidade da transmissão e sobretudo com os comentários, confesso que por breves momentos até pensei que o Martin Potter estava a ver o mesmo campeonato que eu!
O Adriano de Souza é o número 1, camisola amarela, justamente!
Justamente porque esta perna Australiana foi uma desgraça, a WSL esteve nas mais das vezes bem só que sem ondas para poder dar um bom espectáculo. O Brasileiro chega ao Brasil merecidamente em primeiro e não é porque a Samsung queira vender mais telefones, é porque é um grande surfista, óptimo competidor e adaptou-se melhor que todos!
Além disso beneficiou da única virtude que o top "five" (depois desta época Ozzie desastrosa) tem e que é estar organizado por ordem alfabética.
Adriano, Fanning, Felipe, Julian e Nat! O resto das virtudes deste campeonato do mundo vai aparecer quando entrarmos na fase FFJT (Fiji, J-Bay, Teahuppo e Trestle) aí sim! Aí tudo se decidirá e parece-me que o Adriano vai andar sempre nos três primeiros.
Digo eu que claramente não percebo nada nem de surf nem de campeonatos!
Pois foi com esse sentimento que fiquei depois ver o Drug Aware Pro. Será que existiram dois campeonatos nos mesmo dias, com os mesmo atletas ou sou eu que não percebo nada de surf?!?
1 - Sobre o grande espectáculo!
Obviamente eu de Surf não percebo nada, mas que diabo toda a gente achou emocionante a prova em "The Box", um slab em que os bodyboarders fazem a cortesia à onda de dar um tubo mas na realidade esperam é voar na última secção com flip`s de todo o género. O surf foi paupérrimo, o espectáculo um tédio absoluto porque maior parte das ondas verdadeiramente boas os Surfistas não conseguem sequer dropar, os tempos de paragem nos heats foram fatais, e uma grande parte dos que ali perderam foram para casa com menos de 10 pontos!
2 - Sobre os fabulosos "call`s" da ASP, ASP não desculpem WSL!
A organização esteve péssima, iniciar o campeonato de manhã cedo em "the box" e depois mudar para o "main break" tornou o evento numa lotaria, foi impossível afinar o desempenho como os grandes surfistas costumam fazer e sobretudo para gente que como eu não percebe nada de surf foi impossível perceber quem estava a ganhar, globalmente falando!
Ora um "chapéu" de 2 segundo numa direita linda valia 8 pontos, ora um "snap" e dois "cutbacks" a prestações numas "morras" onshore valiam 9 pontos, dependendo isto apenas do seeding de prova de cada um! Péssimas decisões!
3 - Sobre o desastre dos dias do Fim!
Já no último dia, que muita gente criticou, também aqui no blogue, eu achei que sim, que aquilo é que foi surf e até vi em directo depois estar a trabalhar até tarde e por isso ainda estar com "espertina"!
Parece consensual a critica de que as "pitas" deviam ter ficado para depois e tinha-se aproveitado para fechar a prova antes.
Ora ainda há uns dias atrás lia, salvo erro na Stab ou na Inertia, um artigo excelente que falava sobre a necessidade de reinventar o tour feminino, isto porque em Bell`s fechou-se a prova masculina primeiro e no dia das finais femininas não estava ninguém na praia!
Concordo, acho que a única decisão boa deste campeonato foi essa, de terminar as miúdas primeiro dando destaque muito merecido às disputas épicas que o Tour feminino tem!
4 - Sobre a vitória do Brasileiro, parte da "grande conspiração"!
Voltando ao tema do último dia, o surf esteve muito, muito bom! Tendo em conta os indivíduos que lá chegaram. Tivéssemos um campeonato mais coerente e certamente naquelas meias finais estaria pelo um dos três melhores regulares do mundo (Slater, Parkinson e Fannig) o que mexeria ainda mais com o que se passou.
As meias foram foram excelentes, um pouco pontuadas por baixo, acho por exemplo que o surf do Nat Young merecia mais do que estiveram dispostos a dar, talvez por ainda estarem a afinar o critério. O Jonh Jonh rebentou literalmente a meia final e na final não conseguiu acertar com a última manobra mas esteve ao mais alto nível.
O "mineirinho" esteve muito, muito forte. Foi pontuado por baixo claramente e no meu entender claro está! Esteve na minha escolha no Fantasy.
Sabia-se de antemão que este evento se fosse "normal" e realizado naquela direita ia dar para ele, a onda não é comprida e assenta-lhe bem, bem melhor até que Bell`s, dois carves e uma finalização Power. Tudo o que lhe dá jeito e que faz imensamente bem!
Estive entretido até ás tantas, a ver o dia final, deliciado com a beleza do mar, a qualidade da transmissão e sobretudo com os comentários, confesso que por breves momentos até pensei que o Martin Potter estava a ver o mesmo campeonato que eu!
O Adriano de Souza é o número 1, camisola amarela, justamente!
Justamente porque esta perna Australiana foi uma desgraça, a WSL esteve nas mais das vezes bem só que sem ondas para poder dar um bom espectáculo. O Brasileiro chega ao Brasil merecidamente em primeiro e não é porque a Samsung queira vender mais telefones, é porque é um grande surfista, óptimo competidor e adaptou-se melhor que todos!
Além disso beneficiou da única virtude que o top "five" (depois desta época Ozzie desastrosa) tem e que é estar organizado por ordem alfabética.
Adriano, Fanning, Felipe, Julian e Nat! O resto das virtudes deste campeonato do mundo vai aparecer quando entrarmos na fase FFJT (Fiji, J-Bay, Teahuppo e Trestle) aí sim! Aí tudo se decidirá e parece-me que o Adriano vai andar sempre nos três primeiros.
Digo eu que claramente não percebo nada nem de surf nem de campeonatos!
A conveniência de Adriano Imperador
Numa das finais mais aguardadas que tenho memória, e aguardada apenas pelo
tempo que demorou a decisão de mandar realizar as semifinais e final para
dentro de água, Adriano foi o Imperador. Surf aborrecido para um mar aborrecido
que em nada tem a ver com as condições épicas da caixa da Margarida.
A liderança de Adriano no ranking é um golpe de teatro de conveniência extrema para a brazilian leg que segue já a seguir. Tudo coincidência, claro. Mas o que é certo é que o tour chega ao Rio de Janeiro sobre intenso olhar dos media locais e do público canarinho. A assistência este ano deve duplicar face a provas anteriores naquele país. A fórmula da «armada brasileira» foi bem promovida pela WSL e os reais vão entrar em força na conta da multinacional.
So far, so boring…siga para o Rio…
quarta-feira, 22 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
À meia-noite tudo se decide hoje
![]() |
| Taj em grande estilo e cheio de confiança |
Tudo à espera da meia-noite portuguesa para assistir à final da melhor etapa do circuito até agora. Prometem 6 a 8 pés para a caixa da Margarida...vamos ver. Para já uma final de multinacionalidades. Jonh Jonh contra Nat Young e Taj contra Adriano. Curioso para ver quem passa a final. Qualquer um deles com muita garra nesta prova. Taj pode ser a surpresa contra Nat Young. É o meu prognóstico. Se a Bwin aceitasse apostas de surf, estava lá o meu euro.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
OUT OF «DA BOX»...TAKE II
E por maior que seja o risco de surfar a caixa da Margarida, esta prova está a atingir o epípeto de «Épica»! Um comentário que reproduzo e concordo: se todas as provas do tour fossem disputadas neste tipo de ondas, o top 35 era bem diferente! Claro que a essência do tour não é essa. É apresentar uma variedade de condições que no final permitam o triunfo do surfista mais equilibrado entre todas as provas. Agora que uma prova assim é diferente...isso é. Kelly que o diga
quinta-feira, 16 de abril de 2015
OUT OF "DA" BOX - A insustentável leveza do ser...
Não sei se gosto. Ainda não decidi. Está-me aqui um agridoce na boca, igual a porco doce do chinês. Não sei se gosto de ver um campeonato nesta onda. Ou melhor, gosto, mas sinto-me egoísticamente como os romanos, confortavelmente sentados a comer uvas enquanto veem os gladiadores a escolher o canto da arena em que se hão-de findar. Gosto de vê-los a descambar nas ondas desta Box, mas em algumas cavernas mal domadas lembro-me que muitos não passam de miúdos de vinte, vinte cinco anos, quase todos com idade para serem meus filhos e muitos com mulheres, descendência e até progenitores na areia, mas todos numa tranquilidade em suspenso. Não sei se é justo e honesto realizar uma prova numa vaga com grandes probabilidades de fazer feridos de consequência, onde a escapatória é nenhuma, a água é mais que raza e a pedra mora à espreita. Colocaram lá os ingredientes todos para uma tragédia muito provável e esperamos, para nosso prazer, que não haja mortos, mas que a coisa ao menos ainda aqueça no corpo dos outros, dos que precisam de pontos e de classificações e se atiram, mesmo os conhecidos por terem menos "go for it".
Wright, Dusty Payne, John John e mais uns poucos montam um espectáculo empolgante, no qual se alguma coisa correr terrivelmente mal, todos nos vamos sentir como condutores a abrandar para ver o sangue do acidente à nossa frente.
Se Pipeline já é perigosa, a Box pode, sem dúvida, encaixotar um atleta menos sortudo na sua morada final.
Brutal!!!!
Abriram a caixa da Margarida e a prova ficou brutal. Owen Wright a mostrar o monstro que há em si e o melhor ainda esta para vir.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Tava grande sim...
E o Toledo não aguentou... Bonito campeonato que se espera...malfadada a hora do broadcast... madrigada dentro é bom para os cafés do Nabeiro...Já cá voltamos sem sono e com a análise do R1
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Oh Margarida…não te esqueças da bilha, filha!
Os artistas da previsão desta
vez não fazem a coisa por menos e garantem que a prova do rio da margarete vai
estar até 20 pés com vento off-shore. Como observamos nas duas primeiras provas
raramente falham e nunca têm duvidas.
Sobre a prova, e partindo dos
10 pés médios esperados, com off-shore, é possível que John J. chegue desta ao
R3. Taj pode ser a surpresa, se a armada brazuca arrumar os tambores em
Margarida. Curioso em ver se Nat Young consegue
dar consequência ao bom resultado de Bells. De resto vamos esperar para ver se
o Carecão está ou não virado para esta prova.
Tudo a postos para mais uns
over-scores em Margaret, tudo carregado de grandes claims e muito «momentum»!!!
Drug Aware Margaret River
Pro Men’s Round 1 Match-ups:
Heat
1:
John John Florence (HAW), Wiggolly Dantas (BRA), Dusty Payne (HAW)
Heat
2:
Jordy Smith (ZAF), Jadson Andre (BRA), Brett Simpson (USA)
Heat
3:
Kelly Slater (USA), Kai Otton (AUS), Ricardo Christie (NZL)
Heat 4:
Adriano de Souza (BRA), Sebastian Zietz (HAW), C.J. Hobgood (USA)
Heat 5:
Gabriel Medina (BRA), Freddy Patacchia Jr. (HAW), Alejo Muinz (BRA)
Heat
6:
Mick Fanning (AUS), Matt Wilkinson (AUS), TBD
Heat
7:
Josh Kerr (AUS), Adrian Buchan (AUS), Keanue Asing (HAW)
Heat
8:
Filipe Toledo (BRA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)
Heat
9:
Taj Burrow (AUS), Bede Durbidge (AUS), Jeremy Flores (FRA)
Heat
10:
Joel Parkinson (AUS), Kolohe Andino (USA), Adam Melling (AUS)
Heat
11:
Michel Bourez (PYF), Nat Young (USA), Italo Ferreira (BRA)
Heat
12:
Owen Wright (AUS), Julian Wilson (AUS), Matt Banting (AUS)
![]() |
| Oh Kerr com 20 pés há-des fazer dessas há-des |
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Os sinos da praia da torre!
Bem sei que começar uma colaboração assim é foleiro, mas que diabo a Australia entre os dois palmos da costa dourada e a "onshorada" de Bell`s está a produzir um ranking que é de fugir!
Aquela direita perfeita para regulares, que todos os anos traz disputas incríveis com totais combinados de 18, 19 e até 20 pontos este ano esteve ao nível da "Praia da Torre" ali ao lado do Forte de São Julião, não o lado bom, mas o outro!
Assim de repente esta manhã fui ver o que se tinha passado e como é que diabo alguém tinha eliminado o Owen Wright e quando de chávena de café na mão, meio a dormir vi no "analizer" que as pontuações dele tinham sido 2.93 e 5.00 pontos...pensei de mim para comigo "`pera aí!! 8 pontos num heat de surf até o Saca fazia!"
Mas ok, eu nunca fui apologista de que a competição tenha de ser sempre nas melhores condições, mas também não espero que seja o ano inteiro nas piores. Espero que este azar passe rápido porque assim não podemos dizer com inteira certeza que a final foi justa!
Ora a minha pergunta é justamente esta, para os puristas, se estivessem 3 metros clássico em Bell`s e tivéssemos uma final FanningvsMineirinho e ganhasse o Ozzie alguém achava estranho?
Pois então...tudo está bem quando acaba bem!
Mick rings the Bell!!!
E quarta para o Mick, a juntar-se a um clube restrito de artistas a ganharem 4 vezes a prova mais antiga de surf na Austrália. Justo? Claro que sim! A intensidade das manobras na parte crítica da onda deu-lhe vantagem sobre Adriano...mesmo que minima, mas justa. O campeonato ganha especial interesse para Margaret's River, dada a incerteza sobre quem sairá na frente após a leg australiana.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
It's on...e mais ou menos a mesma coisa
Heat 1 com mar fraquinho o que já vem sendo sina para a recém constituida WSL ... o que mudou? Slater sai em primeiro direitinho para o R3. A Armada brasileira mantém as expectativas elevadas, mas com alguns sinais de contenção. O Counter-Strike aussie já se vai sentindo...vamos ver o que nos reserva o mar para mais logo!
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